quarta-feira, 7 de abril de 2010

Austrália

Estar morto é sentir-me aqui: Vivo, a querer um pouco o néctar do que sei e não sei. Aquele abraço, aquele regresso. Lembras-te? Foi num fim de tarde. Eu estava junto ao poço onde existia uma grande nogueira e uma nora. Uma árvore, uma fonte, tu. Que mais sabia eu da vida? Nem conhecia mapas. A Austrália poderia ser aqui, perto de um eucalipto. Agora quero ir lá contigo. Vamos?

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